Preparo dentário

O preparo dentário com o objetivo de construir uma restauração indireta é um procedimento que deve ser executado com destreza e capricho. As irregularidades do término cervical não são reproduzidas por metais fundidos e muito menos por porcelanas sinterizadas. Quando a restauração não consegue copiar determinada região a adaptação será precária e posteriormente formará uma linha de cimento grande. Com pouco tempo o cimento em contato com o meio oral se deteriora expondo o término cervical à ação da placa bacteriana, e consequente formação de cárie.

A boa adaptação então, é imprescindível para dar longevidade ao trabalho executado.

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A técnica da silhueta é uma técnica didática e que facilita a definição da anatomia do preparo. Utilizando pontas diamantadas específicas consegue-se uma forma apropriada e que coincide com a anatomia destas.

Basta orientar corretamente cada ponta diamantada e ao final do desgaste a anatomia será definida.

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A remoção de coroas protéticas que apresentam deficiências de adaptação deve ser executada com bastante cuidado para se evitar perda de estrutura dentária seja devido a fratura em função dos procedimentos de tentativa de remoção, seja por desgastes inadequados oriundos do corte da coroa. O uso do ultra som é uma técnica segura e que evita perda desnecessária de estrutura dentária sadia.

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5 Respostas

  1. No caso das retiradas das coroas posteriores qual instrumento foi usado? Parece uma pequena alavanca.
    E no caso da retirada do núcleo anterior, que instrumento é este?
    Parabéns pelo excelente trabalho e por dividir a experiência com os colegas.
    Adriano Caló
    adriano@dentus.com.br

  2. Olá!!
    Estou fazendo um trabalho cujo o tema é a avaliação endodontica no planejamento em prótese fixa. Estou com muita dificuldade, pois poucos livros tratam desse assunto. Você por acaso sabe onde eu poderia achar algo relacionado a esse tema? Se puder me ajudar, desde já agradeço…

  3. qto ,em dente 37, é o desgaste em mm nas paredes, caso queira colocar uma coroa met.cer. ?

    grato desde já
    abçs

    • Olá Adriano, o desgaste preconizado na literatura para restauração com metalocerâmica é de 1,2 mm, no entanto, para conseguir melhores condições de estética deve-se optar para um desgaste de 1,5 mm na região vestibular, 2,0 mm na ponte de cúspide de trabalho e 1,5 mm na cúspide de não trabalho as outras regiões podem variar entre 1,2 e 1,5 mms. Um abraço, Prof. Sérgio

  4. Parabéns pelo site .

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